quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Informativo Janeiro 2011

Queridos amigos

No dia 24/01/2011 (segunda-feira) abriremos normalmente
Fecharemos apenas no dia 25/01 (aniversário de São Paulo)
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Meu pai me contou essa, de que Henry Ford era defensor do arroz integral e que isso foi um dos motivos da revolta ocorrida na Fordlândia, no Pará, por volta de 1930.

"Uma delegação escolhida pelos funcionários recebeu o tenente com uma lista de exigências à empresa. A primeira delas era a demissão de Ostenfeld. As outras estavam ligadas ao direito de livre circulação. Os trabalhadores exigiam comer o que quisessem e onde quisessem. Estavam cansados de comer pão de trigo integral e arroz integral "por motivos de saúde", segundo as instruções de Henry Ford. Queriam frequentar os bares e restaurantes que surgiram em torno da plantação e entrar em embarcações, supostamente para comprar bebidas, sem precisar pedir permissão. Os solteiros reclamavam das acomodações: cinquenta deles amontoados em um dormitório."

http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-45/questoes-utopico-tropicais/matem-todos-os-americanos/
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Devido ao feriado do dia 25, alteramos a data do curso
27 . Janeiro . 2011 (quinta)
Curso de Alimentação Saudável e Cozinha Macrobiótica
das 19:00 às 22:00 horas no Melinda & Julius
Na primeira parte falaremos sobre as principais diretrizes da Macrobiótica e na segunda parte ensinaremos alguns pratos básicos.
Pagamento antecipado, pois as vagas são limitadas
melindaejulius@gmail.com
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Explode nº de cirurgias de obesidade
Em 1 semana, são 550 operações; há casos de procedimentos sem necessidade e uso de técnica não autorizada
Eduardo Nunomura

Mais de 550 brasileiros se submetem a cirurgias de obesidade em uma semana, o que representa um terço das lipoaspirações - uma das mais realizadas no País. Nove em cada dez operações bariátricas são feitas pela rede particular. O procedimento salva vidas por livrar um obeso de continuar engordando e contrair doenças como diabete e hipertensão arterial.

Mas, ao lado de histórias com final feliz, floresce um mercado. Médicos operam sem necessidade e chegam a ganhar R$ 100 mil, adotando técnicas não autorizadas pelo Conselho Federal de Medicina. Pacientes engordam para que seus planos cubram o tratamento. Cirurgias têm de ser revertidas.

Após a primeira operação, a universitária Luciana Guedes de Lima, de 31 anos, não emagrecia como deveria e uma das razões é que continuava comendo "um quilo de feijoada e 600 ml de Coca-Cola sem fazer força". Perdeu 25 quilos em três anos, pouco para alguém com 142. Ao consultar outro médico, descobriu que seu estômago havia sido reduzido minimamente. "O médico falou o que eu queria ouvir: ia emagrecer muito, poderia comer o que quisesse", conta, lembrando que sua única preocupação era se o plano de saúde cobriria a cirurgia. Em janeiro, foi operada de novo e desde então perdeu 15 quilos. Mas agora controla o que vai à boca.

Histórias como a de Luciana surgem do aumento dessas cirurgias. De 1995, quando passou a ser feita no País, até 2000, haviam emagrecido com ajuda do bisturi 2.500 brasileiros. Em 2008, só o SUS operou 3.195 pacientes; a rede particular, mais de 26 mil. Em 1998, 30 cirurgiões realizavam o procedimento. Hoje, são mais de 600 associados à Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

PREOCUPAÇÃO
Essa operação não é uma especialidade médica, ou seja, cirurgião de qualquer outra área pode fazê-la. Como nas plásticas, as bariátricas contam com empresas especializadas em financiar o pagamento.

"A cirurgia vem sendo banalizada", critica o endocrinologista Daniel Lerario, do Hospital Albert Einstein. "Há interesses comerciais, e pacientes que querem resultado rápido vão direto para o cirurgião bariátrico." Defensor do procedimento, Lerario vê com preocupação a operação sendo feita até em pessoas que estão longe de enfrentar o problema. Apenas como referência: se você mede 1,65 metro e pesa 90 quilos, a cirurgia não é recomendada.

O Brasil tem, segundo a SBCBM, 3,7 milhões de obesos mórbidos. Para eles, dieta controlada, esportes e até remédios deveriam vir antes. Se no acompanhamento médico o paciente não consegue perder peso, a cirurgia pode ser a única solução.

Em cinco décadas de pesquisas, algumas técnicas se mostraram mais vantajosas. Hoje, a mais adotada é a Bypass (desvio) gástrico em Y de Roux (mais informações nesta página). Outras estão deixando de ser usadas, mesmo autorizadas pelo CFM, como a da banda gástrica ajustável. Este procedimento consiste em introduzir um anel de silicone na entrada do estômago. Reduz em até 20% o peso, mas não funciona se o paciente continua ingerindo a mesma quantidade de calorias.

A partir dos resultados de cirurgias nas quais obesos deixavam de ter a diabete mellitus, uma inovadora frente de pesquisa se abriu.Desde 2006, o professor José Carlos Pareja, da Unicamp, é um dos especialistas que operam diabéticos com peso normal. "Operar reduz custos. A obesidade corresponde a um terço dos gastos com saúde", diz.

"A obesidade tornou-se uma epidemia por causa do estilo de vida moderno", explica o cirurgião Nilton Tokio Kawahara. As pessoas comem demais, exercitam-se de menos. E muitas acabam depositando suas esperanças na mesa de operação. "É importante que as pessoas saibam que não existe cirurgia que opera o comportamento." Procurar equipes especializadas é a recomendação. Não basta o cirurgião. O paciente precisa do apoio de nutricionista, fisioterapeuta, endocrinologista, psicólogo, anestesiologista e enfermeiros. O acompanhamento dura até cinco anos. O primeiro ano pode ser o mais traumático, com o paciente tendo vômitos, diarreia, úlceras, dores no abdome, depressão e até ganho de peso.

Hoje, o maior risco é o paciente se submeter a procedimentos que não têm aval do CFM. Alguns são pesquisas científicas testadas em um número limitado de pacientes. Outros estão sendo feitos em maior escala, mas que contam com apoio dos cirurgiões bariátricos porque usam variações das operações conhecidas. Mas há aqueles combatidos pelos colegas.

Um cirurgião criticado é José Lazzarotto de Melo e Souza, que inventou uma técnica que leva seu nome e não é autorizada pelo Conselho Federal de Medicina. Ele dá de ombros. Assim como os quase 80 pacientes que Lazzarotto opera por mês. Com programa de TV e sites, o cirurgião faz propaganda com os famosos que já passaram pelas suas mãos. Seus colegas o condenam por considerar que adota a variante de um método já proscrito.

"Minha técnica se diferencia de todas as outras, porque é menos mutilante e permite à pessoa comer de tudo", diz. O Conselho Regional de Medicina do Paraná julga denúncias de pacientes contra ele.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090322/not_imp342743,0.php
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RECEITAS

TORTA DE TOFU COM BROCOLIS
INGREDIENTES:
- 1 TOFU GRANDE
- 2 MAÇOS MÉDIOS DE BRÓCOLIS
- ½ XÍCARA DE AZEITONAS VERDES PICADAS
- 1 XÍCARA DE COENTRO PICADO
- 2 COLHERES DE SOPA DE AVEIA EM FLOCOS FINOS OU FARINHA DE MILHO
- SAL A GOSTO
- 1 XÍCARA DE CAFÉ DE AZEITE DE OLIVA
- 2 XÍCARAS OU MENOS DE ÁGUA

PREPARAÇÃO:
AFERVENTAR OS BRÓCOLIS E RESERVAR.
BATER NO LIQUIDIFICADOR O TOFU COM ½ XÍCARA DE COENTRO ??, AZEITONAS, ÁGUA, AVEIA, SAL E AZEITE.
MISTURAR ESSA MASSA AOS RAMOS DE BRÓCOLIS, COLOCAR NUM PIREX UNTADO E ASSAR EM FORNO MÉDIO POR UNS 50 MINUTOSOU ATÉ A TORTA FICAR


SOPA DE ABOBRINHA E HORTELÃ
Ingredientes
01 cebola picada
01 colher de chá de azeite
02 abobrinhas médias raladas no ralo grosso
01 tomate sem pele (e sem semente) picado
01 cubo de caldo de legumes
01 litro de água
01 colher de sopa de hortelã picada
01 pote (200 ml) de iogurte natural desnatado

Modo de fazer
Numa panela, refogue a cebola no azeite, e junte a abobrinha e o tomate. Regue com o caldo de legumes dissolvido na água fervente. Cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 15 minutos. Retire e adicione a hortelã e o iogurte, misturando bem. Sirva logo.

SOPA TAILANDESA DE LEGUMES
Ingredientes

01 colher de sopa de óleo
01 dente de alho picado finamente
01 xícara de cogumelo shiitake em fatias
01 xícara de vagem manteiga em pedaços de 02 cm
06 xícaras de caldo de legumes
½ xícara de acelga picada
½ xícara de cenoura em cubos de 0,5 cm
02 xícaras de folhas de espinafre ou mostarda
250g de tofu firme em cubos
02 colheres de sopa de coentro picado
Molho de soja a gosto
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Caldo de legumes (rende 08 xícaras)
Raspas de 01 limão
01 dente de alho cortado ao meio
05 cm de gengibre descascado em fatias
¼ pimenta vermelha sem sementes fatiada
01 talo de capim-limão com folhas e caule
01 cebola grande em quartos
08 xícaras de água
01 cenoura média em fatias
01 talo de salsão
01 maço de coentro (inclua raiz e caule)

Para guarnição
01 pimenta vermelha sem sementes em fatias finas (opcional)

Modo de fazer
Prepare o caldo de legumes. Numa panela grande antiaderente junte todos os ingredientes do caldo e leve para ferver. Abaixe o fogo e cozinhe tampado por 15 a 20 minutos. Retire do fogo, coe e reserve.
Numa frigideira antiaderente grande aqueça o óleo e cozinhe o alho, o shiitake e a vagem por 2 minutos. Mexa constantemente.
Adicione o caldo quente e ferva novamente. Acrescente a acelga e a cenoura e cozinhe em fogo médio e tampado por 5 minutos. Junte o espinafre, o tofu e o coentro. Cozinhe por mais 1 minuto e desligue o fogo. Ajuste o tempero com o sal, pimenta e molho de soja. Sirva decorado com pimenta vermelha.

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Para este início de ano, segue um importante conceito Taoísta
Wu Wei

Muito da essência do Tao está na arte do wu wei (agir pelo não-agir). No entanto, isto não significa "espere sentado que o mundo caia no seu colo". Essa filosofia descreve uma prática de se realizar coisas através da ação mínima. Pelo estudo da natureza da vida, você pode influenciar o mundo do modo mais fácil e menos disruptivo (usando a sutileza em vez da força). A prática de seguir a corrente em vez de ir contra ela é uma ilustração; uma pessoa progride muito mais não por lutar e se debater contra a água, mas permanecendo quieta e deixando o trabalho nas mãos da correnteza.

O Wu Wei funciona a partir do momento em que confiamos no "design" humano, perfeitamente ajustado para nosso lugar na natureza. Em outras palavras, confiando na nossa natureza em vez da nossa racionalidade, nós podemos encontrar contentamento sem uma vida de luta constante contra forças reais e imaginárias.

Uma pessoa pode aplicar essa técnica no ativismo social. Em vez de apelar para que outros tomem atitudes relacionadas a uma causa, seja qual for a sua importância ou validade, ela pratica uma vida de acordo com o que acredita, "remando contra a maré". Ao deixar sua crença se manifestar em suas ações, está assumindo sua responsabilidade pelo movimento social que acredita.

MUITA SAÚDE E BOAS ESCOLHAS EM 2011
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Sempre AINDA MAIS NOVIDADES !!!
Sacolas Melinda & Julius
Bebidas de arroz orgânicas The Bridge
Tomate enlatado orgânico Strianese
Massas orgânicas Riscossa
Mais títulos de livros cuidadosamente escolhidos
Sucos de uva casa de Madeira
Sucos de uva Mena Kaho (estão chegando)
Bebidas de Soja Frias
Iogurtes de soja Frias
Pães e biscoitos sem glúten - Bem Nutrir
Picolés Orgânicos Manti Biô
Champagne Sem Álcool La Dorni
em breve - desodorante sem alumínio !!!
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