terça-feira, 20 de maio de 2008

Curso de batik






Exposição de Roketsu-Zome Batik




O espaço Melinda & Julius realizou a exposição "Roketsu-zome no dia-a-dia - A técnica tradicional japonesa de batik", de 20/11/2007 a 8/12/2007, com a participação de Aglae Néri Gambirasio, Alice Yooko Yokote, Fernanda Padin, Francisca do Val, Ivan Aparecida Rodrigues, Márcia Fumiko Fukuchi, Maria Beatriz Pinheiro Simões, Marina Martinelli Minns, Rosemary Vassovino do Val e Tania Wakisaka.

Essa técnica de tingimento de tecidos veio da China para o Japão, onde foi aperfeiçoada e divulgada. A história do tingimento de tecidos é antiga e somente a existência do tear e do próprio tecido precedem a existência da prática do tingimento.
A origem da palavra “batik” provavelmente está relacionada com a palavra “titik”, que na Indonésia e Malásia de hoje significa “ponto” ou “gota”.
Os processos de tingimento foram transmitidos gradativamente da Índia para a China e chegaram ao Japão entre os séculos VII e X.

No Japão, o batik adquiriu o nome de roketsu-zome, que significa “cera-vedar-tingir”.
A técnica do roketsu-zome consiste no aproveitamento da impermeabilização da parafina sobre o tecido, para se obter um tingimento especial, mediante utilização de trinchas ou de banhos de imersão em solução corante.
Com esta exposição, as alunas da Professora Kasuko Tanaka continuam a divulgação de sua técnica de ensino do roketsu-zome.

Palestra Ecos e Cosmos




Nas fotos acima, o Professor-Doutor Amâncio Friaça, astrofisico, associado do IAG-USP, e pós-doutorado no Royal Greenwich Observatory e University of Cambridge UK, falando sobre Ecos e Cosmos, em julho de 2007.
Classicamente, a Biosfera é considerada o conjunto de todos os ecossistemas da Terra. Porém, as condições para a emergência da vida dependem das vizinhanças astronômicas da Terra, da possibilidade dos blocos da vida terem uma origem extraterrestre, da situação do Sol dentro da Galáxia e da própria natureza do Universo. A Bioesfera teria, portanto, uma dimensão cósmica e não apenas terrestre.
A conexão entre ecologia e cosmologia é magnificamente expressa pelo astrônomo britânico Martin Rees: "a cosmologia é a maior das ciências ambientais